Filme –Nós que aqui estamos por vós
esperamos
Museologia do Mundo
Contemporâneo
Data: 22.08.2013
O filme é
denso e cheio de informações. Há necessidade de um tempo para se processar
tantas informações. Parar, refletir, rever.
Muitas
questões contemporâneas (Século XX) são abordadas: A vida, a morte. A Paz a
Guerra, cultura de massa, consumo exacerbado, a rotina massacrante do dia a
dia, o crash da bolsa em 29, suas consequências como fome, desemprego,
precarização das relações de trabalho.
A trilha
sonora é linda e conduz à reflexão, criando uma espécie de ilusão, invertendo a
lógica.
No filme,
constatamos que a história do Século XX não foi somente construída por heróis ou ante heróis, mas que os personagens
anônimos também fizeram parte desse enredo. Talvez por isso haja uma
identificação, porque “nós” gente comum nos enxergamos como indivíduos que
também controem essa história e deixam seu legado para o futuro.
As
contradições do mundo contemporâneo são abordadas como por exemplo, o
funcionário de um Banco que não tem dinheiro, ou o funcionário de uma indústria
automobilística como a FORD que não possui carro. Os absurdos da guerra
–Horoshima /Nagasaki. Chefes de estado totalitários em contraponto com o líder
que pregou a paz como Ghandi.
Também mostra
a evolução do movimento feminista, uso do maiô, o simbólico ato da queima de
sutiãs, as conquistas das mulheres, a jornada dupla. Nessas cenas refazemos a
caminhada e o legado que nossas avós e nossas mães deixaram para nós.
Cenas
chocantes de guerra, como a perna amputada, a violência contra a dignidade
humana faz-nos refletir sobre nossos
limites em termos de atrocidades.
Por fim,
destaco a frase bem provocativa para nós Brasileiros:

